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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Trilha Ancestral conta história do Levante Malê em Lauro de Freitas nesta sexta-feira (28)

Em referência aos 206 anos do Levante de 1814 – Combate às Margens do Rio Joanes, movimento precursor da Revolta Malê na Bahia, a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Ações Afirmativas (SUPIR) promove a “I Trilha Ancestral do Joanes”, nesta sexta-feira (28). A trilha, cercada de performances teatrais e roda de conversa que contarão histórias da ancestralidade, será realizada no Centro de Referência da Cultura Afro-Brasileira - Terminal Turístico Mãe Mirinha de Portão, a partir das 9h.

A trilha que vai proporcionar experiências de ancestralidade foi dividida com pontos de paradas para apresentações. No primeiro momento, um grupo de atores encenará o esquete “África, Terra Mãe”, seguido das performances “Chegada do colonizador - separação das famílias - sequestro dos povos africanos” e “Árvore do esquecimento - Navio Negreiro - Viagem em alto mar”.

Na quarta parada haverá apresentação dos orixás, toques de atabaques, roda de capoeira e a performance “Combate às Margens do Rio Joanes”. Uma roda de conversa sobre as temáticas apresentadas e roda de samba encerrarão a “I Trilha Ancestral do Joanes”. A SUPIR está vinculada à Secretaria Municipal da Juventude, Igualdade Racial e Políticas Afirmativas (SEJU) de Lauro de Freitas.

Paulo Aquino, superintendente da SUPIR, explica que o Levante de 1814 antecede a Revolta dos Malês na capital da Bahia, que ocorreu em 1835. “A trilha Ancestral do Joanes visa fortalecer a história do município. Em 1814 ocorreu na antiga freguesia Santo Amaro de Ipitanga, hoje Lauro de Freitas, uma batalha provocada por negros islamizados para derrubar o sistema colonizador e escravocrata. Derrotados, os Malês da época foram massacrados às margens do Rio Joanes”, contou.

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