A bibliotecária Maria Anália da Conceição, de 60 anos, havia acabado de chegar ao ponto de ônibus na Avenida Paulista, região central de São Paulo, quando foi feita refém por uma desconhecida por volta das 12h desta quinta-feira. Armada com uma faca, a agressora falava frases sem sentido e pedia para Maria chamar a imprensa. Enquanto aparentava procurar contatos no telefone, a vítima tirou uma foto da situação e a enviou a sua psicóloga, com quem teria uma consulta alguns minutos depois. Aproveitou para pedir dicas de como se acalmar durante o sequestro. — Foi de repente, eu estava esperando o ônibus. Estava olhando o aplicativo do itinerário de ônibus e ela, do nada, me grudou por trás e falou: "Você vai me salvar". Num primeiro momento, achei que era uma brincadeira. Aí quando tentei virar para trás, ela me imobilizou. Ela falava: "Chama a imprensa!". Enquanto fingia que pesquisava números da imprensa em seu celular, Maria aproveitou para trocar mensagens com a psicóloga e avisar que não poderia comparecer à consulta, que estava programada para dali alguns minutos. Para provar que estava sendo feita refém, enviou a selfie.
A bibliotecária Maria Anália da Conceição, de 60 anos, havia acabado de chegar ao ponto de ônibus na Avenida Paulista, região central de São Paulo, quando foi feita refém por uma desconhecida por volta das 12h desta quinta-feira. Armada com uma faca, a agressora falava frases sem sentido e pedia para Maria chamar a imprensa. Enquanto aparentava procurar contatos no telefone, a vítima tirou uma foto da situação e a enviou a sua psicóloga, com quem teria uma consulta alguns minutos depois. Aproveitou para pedir dicas de como se acalmar durante o sequestro. — Foi de repente, eu estava esperando o ônibus. Estava olhando o aplicativo do itinerário de ônibus e ela, do nada, me grudou por trás e falou: "Você vai me salvar". Num primeiro momento, achei que era uma brincadeira. Aí quando tentei virar para trás, ela me imobilizou. Ela falava: "Chama a imprensa!". Enquanto fingia que pesquisava números da imprensa em seu celular, Maria aproveitou para trocar mensagens com a psicóloga e avisar que não poderia comparecer à consulta, que estava programada para dali alguns minutos. Para provar que estava sendo feita refém, enviou a selfie.

