As primeiras testemunhas da morte do ex-dirigente nacional do MST, Márcio Matos, já foram ouvidas, segundo afirmou o titular da Coordenadoria Regional do Interior em Jequié (9ª Coorpin), Fabiano Aurich. "Já ouvimos as pessoas da fazenda, como o vaqueiro, o gerente, entre outros funcionários do local", disse ele, na manhã desta quinta, 25. Márcio Matos foi morto nesta quarta, 24, dentro da fazenda onde morava, no município de Iramaia, na Chapada Diamantina (a 407 quilômetros de Salvador). Conforme Aurich, o militante foi assassinado na frente do filho de 6 anos. "Ele era uma pessoa boa e bem vista pelos moradores da cidade", contou o coordenador. As investigações continuam para identificar os autores do crime.
As primeiras testemunhas da morte do ex-dirigente nacional do MST, Márcio Matos, já foram ouvidas, segundo afirmou o titular da Coordenadoria Regional do Interior em Jequié (9ª Coorpin), Fabiano Aurich. "Já ouvimos as pessoas da fazenda, como o vaqueiro, o gerente, entre outros funcionários do local", disse ele, na manhã desta quinta, 25. Márcio Matos foi morto nesta quarta, 24, dentro da fazenda onde morava, no município de Iramaia, na Chapada Diamantina (a 407 quilômetros de Salvador). Conforme Aurich, o militante foi assassinado na frente do filho de 6 anos. "Ele era uma pessoa boa e bem vista pelos moradores da cidade", contou o coordenador. As investigações continuam para identificar os autores do crime.

