Leão, que preside o PP baiano, afirmou a Nilo que não pode apoiá-lo por duas razões muito simples: os progressistas têm um candidato que é o deputado Luiz Augusto; e quem vota é deputado e não presidente de partido ou vice-governador”. No entanto, o cacique pepista fez uma proposta para o “amigo Marcelo Nilo”.
“Eu propus que fizéssemos uma eleição secreta com os 42 deputados da base aliada ao governador Rui Costa para decidir quem será o candidato. Se não houver maioria absoluta no primeiro turno, faremos um segundo turno. Marcelo queria eleição aberta, mas disse a ele que assim como na Assembleia a eleição ‘informal’ deveria ser indireta”.
Marcelo Nilo concordou com os termos. “Topo com voto secreto ou aberto, pois isto é secundário. O importante é que os 42 deputados da base participem da votação.


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