Segundo a Samarco, ela tem acompanhado o comportamento da mancha na região marinha e, até agora, não há comprovação técnica de que o material observado em Abrolhos tenha relação com o desastre de Mariana.
"Existem outros fatores de influência de movimentação de sedimentos na região costeira do Espírito Santo e sul da Bahia, bem como o registro de fenômenos climáticos que ocasionaram, nos últimos dias, a formação de ondas no litoral entre 1,5 m e 2,5 m que provocaram ressuspensão natural de sedimentos outros que não têm relação com o acidente ocorrido na Barragem de Fundão", diz a empresa.
A mineradora, cujas donas são a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton, ainda afirma que amostras foram colhidas para avaliação em laboratório. Pesquisadores do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, ligado à Marinha, também foram à região para coletar amostras da água.
Na sexta (8), o secretário estadual de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, afirmou que foram identificadas manchas nas regiões de Abrolhos e Porto Seguro, mas ele não soube dizer se eram resultado da lama da barragem da mineradora Samarco.


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