Durante sua apresentação, o religioso negou “participação no crime”. De antemão, a polícia adiantou que haverá acariação e a reconstituição do crime. O crime teria ocorrido após Edmar perder membros de sua igreja para a pastora Marcilene Oliveira. O marido da religiosa, Carlos Eduardo, que também é pastor, iria ser morto, mas conseguiu escapar do veículo em que era conduzido por um dos criminosos e mesmo bastante ferido fugiu pelo mato e avisou a polícia.
A ação criminosa aconteceu no dia 19 deste mês de janeiro, resultando na morte das duas mulheres a golpes de pedra e no espancamento do pastor Carlos Eduardo. Na última segunda-feira (25), o juiz da Vara do Júri e de Execuções Penais de Vitória da Conquista, Reno Viana, havia decretado a prisão preventiva de Edmar Santos Brito. Ele foi acusado de ser o mandante pelos autores do crime, Fábio de Jesus Santos e Adriano Silva dos Santos, que também estão presos por força de mandados judiciais.
A dupla foi presa pela polícia no dia seguinte a ação criminosa e, logo em seguida, foi ouvida e encaminhada ao Presídio Nilton Gonçalves, onde está à disposição da Justiça. Edmar, por sua vez, foi preso na cidade de Floresta Azul, que fica próxima de Itabuna, no sul da Bahia e estava escondido na casa de um pastor, que também foi detido. O caso que chocou toda a cidade de Vitória da Conquista, ganhou repercussão nacional. Dois dos acusados de participar do crime já estão presos. Agora, com a prisão do pastor, a polícia civil deve concluir o inquérito que deverá ser apresentado à justiça nos próximos dias.


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