Rubem Moreira já foi afastado das funções para apuração do fato pela Fundação José Silveira
Já afastado das funções para apuração do fato pela Fundação José Silveira, mantedora do Hospital Cristo Redentor, em Itapetinga, a 538 km de Salvador, o médico, Rubem Moreira, investigado por ter arrancado a cabeça de um bebê durante um parto resolveu se pronunciar e se defendeu das acusações, explicando que o procedimento está previsto na literatura médica.
Rubem é médico há quase 40 anos e pai de três filhos. “Realizo partos durante todo este tempo e tenho amor à medicina”, disse em seu Facebook. “Apesar de extremo, este procedimento é existente, é previsto na literatura médica e indicado quando é absolutamente necessário para salvar vidas da gestante”, completou.
“Há alguns dias fui chamado ao hospital para atender uma gestante que tinha entrado em trabalho de parto dias antes previsto. Mesmo tendo realizado junto com toda a equipe médica os procedimentos e esforços necessários, não pude evitar que a criança viesse a óbito. A partir daí, procurei a família para informá-los e alertá-los dos riscos que a gestante corria, bem como todas as medidas que poderiam ser requeridas”, contou.


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