Os trabalhadores em educação, após a assembleia, saíram em caminhada pela Estrada do Côco em direção à prefeitura municipal de Lauro de Freitas. Durante a caminhada, a categoria denunciou a prática ditatorial e coronelista da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e, consequentemente, do governo municipal, quando demitiu um trabalhador por participar de um direito constitucional que foi a greve, além de esclarecer a sociedade que a culpa de não haver aulas normal nas escolas não foi da greve da educação, mas sim da incompetência de quem não contratou professor e auxiliar de classe.
Ainda na caminhada, vários professores, vice-diretores e diretores denunciaram a falta de professores e auxiliares de classe nas escolas públicas da rede municipal de ensino. Além disso, foi repudiada a prática da enturmação que a SEMED está fazendo, não levando em consideração que isso trará prejuízos para o ensino-aprendizagem dos estudantes e prejuízo para a qualidade de ensino do professor.
Ao chegar na frente do gabinete do prefeito, o secretário-chefe, Edmilson Ferreira, convidou uma comissão do movimento para se reunir na sala do secretário de governo Márcio Leão. A reunião foi tensa quando os representantes da categoria informaram as deliberações tiradas na assembleia. O coordenador Geral, Valdir Silva, informou que não haverá, por decisão da categoria, mais a reunião do dia 16/06/2015, uma vez que a relação de confiança na mesa de negociação foi quebrada pelo Executivo Municipal que ajuizou na Vara da Fazenda Pública ação contra o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (ASPROLF).


Nenhum comentário:
Postar um comentário