A Justiça do Rio de Janeiro deslocou para a Justiça Federal a competência de julgar o processo que investiga improbidade administrativa na Petrobras. De acordo com a Revista Época, o caso se refere a uma ação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que aponta um desvio de R$ 32 milhões em obras de dois centros de pesquisas da estatal na capital fluminense.
Os contratos sob suspeita foram firmados entre a Petrobras e a construtora Andrade Gutierrez e, segundo os promotores, houve sobrepreço e superfaturamento. O MP afirma que as fraudes aconteceram entre 2005 e 2010, período em que o petista José Sérgio Gabrielli presidia a Petrobras.
Em janeiro deste ano, a pedido dos promotores, a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Gabrielli, de sete ex



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