
O ex-diretor-presidente da empreiteira Odebrecht, enrolada na Lava Jato, afirmou em delação premiada que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) cobrou propina em obras para a Copa do Mundo, como a reforma do estádio Maracanã e a ampliação do metrô. O delator está preso desde fevereiro por suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.
Funcionário há mais de 30 anos da Odebrecht, Silva Júnior apareceu também nas mensagens recuperadas do ex-presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, preso há um ano. Segundo apurações, ele era o executivo responsável por fazer os contatos políticos em nome da empresa.
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, divulgada nesta quarta-feira (22), o ex-executivo vai dizer, também, que Cabral cobrava o pagamento de 5% do valor total dos contratos das obras.


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