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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

GREVE IRRESPONSÁVEL: REINVINDICAÇÃO É UM DIREITO. AGRESSÃO À COLEGAS É CASO DE POLÍCIA: REINVINDICAÇÃO É UM DIREITO. AGRESSÃO À COLEGAS É CASO DE POLÍCIA

Foi forte a reunião dos Diretores de Escolas de Lauro de Freitas com o Secretário de Educação, Marcelo Abreu, revoltados com a intransigência e agressividade do sindicato, pedindo segurança e proteção da justiça para continuarem a trabalhar, nesta tarde de quinta, 18.
Os profissionais em educação iniciaram o ano de letivo de 2016, recebendo seus alunos em 100% das escolas da Rede Municipal de Ensino, embora tenham enfrentado diversas agressões de membros sindicalistas, que insistem numa greve que não faz sentido.
Fatos graves cometidos por sindicalistas, que demandam ação da polícia, foram relatados pelos presentes, tais como xingamentos, destruição de materiais, truculência com professores, alunos e pessoal de apoio, que tem frequentado as aulas todos os dias, ignorando a suposta greve e exercendo o direito de ir e vir. O secretário acalmou os professores, colocando-se à frente e falou da decisão conjunta com o prefeito Márcio Paiva de tomar necessárias medidas. “Esta reunião é para que vocês se sintam em segurança e no direito de trabalhar. E não vamos admitir, muito menos, que alunos sejam agredidos pelo sindicato!”, assegurou a titular.
Revoltado, o professor Luciano Reis, Diretor da Escola Solange Coelho relatou: “São agressivos e tentam impedir alunos e professores de entrarem na escola. Nesta manhã de quinta (18/02) chegaram a tentar fechar o portão principal à força. Tamanha foi a agressividade dos sindicalistas, que a professora de inglês ao chegar, se trancou no carro, com medo de descer para entrar na escola. Ameacei chamar a polícia, enfrentei a situação para liberar a passagem dos alunos e amparei a professora para que ela conseguisse entrar. O que é isso senão baderna, falta de respeito e agressão ? Isso é crime ! Como é que agridem a quem quer trabalhar ? “ relatou com indignação o diretor.
Os diretores, tanto os antigos quanto os recém-nomeados, afirmaram que vão continuar trabalhando; não vão se intimidar com agressões, pois há um compromisso com a Educação: “Moleques, agressivos, não aceitamos essa greve; não nos representam,” queixavam-se os professores.
O Secretário que sempre vem acompanhando as ações desastrosas da Asprolf (o sindicato), contra alunos e professores nas portas das escolas, registrou todos os relatos e imagens dos mestres nesta reunião e seguirá com a tomada de providências. “ Estamos em aula, estamos agindo e providências legais estão sendo tomadas. Os pais podem continuar a enviar seus filhos às escolas. Reitero que a SEMED está e sempre estará aberta para o diálogo, para proteger professores e alunos”, assegura.

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