
Na última semana, o banco de sangue de Itabuna (a 426 km de Salvador) emitiu um alerta preocupante: o estoque da unidade, que é única na cidade, apresentou uma queda de 30% no número de doadores por causa do alto número de casos de pacientes com sintomas de dengue, chikungunya e zika.
A situação, entretanto, não está restrita ao município. A Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia (Hemoba), que, além da capital baiana, atende mais 26 regiões no interior, já sente os efeitos da epidemia. Nos dois primeiros meses deste ano, o banco de sangue registrou um déficit de 25% no número de doações.
A redução se deve, principalmente, à recomendação da comunidade médica que alerta pacientes que tiveram zika, dengue ou chikungunya a ficar, pelo menos, 30 dias sem doar sangue, a partir do desaparecimento dos sintomas.


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