
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PDT), comentou a polêmica envolvendo o ex-parlamentar, Capitão Tadeu (PSB), que teria dito que Nilo faz parte de uma quadrilha, junto à ministra Luciana Lóssio,que anulou a eleição do socialista e fez com que ele perdesse o mandato. “O deputado Tadeu tem todo direito de fazer críticas. Se ele disser, como disse, que faço parte de quadrilha, junto com a ministra, eu processo. Não o fiz antes, porque ele era deputado. Foi o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) [ a decisão]. Eu não tenho outra alternativa. Se eu levasse para a Mesa [diretora da AL-BA], desse o direito de defesa, ele teria cometido alguma irregularidade. Mas, ele não cometeu irregularidade nenhuma. Não é cassação”, explicou o presidente da AL-BA, que empossa, às 15h, desta segunda-feira (21), junto com o vice-presidente da Casa, Yulo Oiticica (PT), Joacy Dourado (PT) para a vaga. Na decisão publicada no Diário Oficial, a cadeira seria herdada por Carlos Brasileiro (PT), mas o petista já entrou, na vaga de João Bonfim (PDT), que assumiu o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Nilo disse, ainda, que, caso Carlos Brasileiro entre na Justiça para reaver os três anos e meio que ficou fora da legislatura, deve ganhar. “Carlos Brasileiro disse que vai entrar na Justiça e pedir a indenização. O TSE se equivocou. Se ele entrar, ganha”, apostou.


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