O funcionário Emerson Cordeiro Felipe, da empresa de alimentação Nutriz, foi contratado para auxiliar na cozinha do Presídio de Salvador, no bairro da Mata Escura. Há dois anos e meio, no entanto, ele passou a prestar outro tipo de serviço, repassando facas, drogas e celulares para dentro da unidade (veja aqui). O “negócio” era lucrativo. Para cada celular que levava, Emerson ganhava R$ 250. Já as facas custavam R$ 100. Por semana, segundo a investigação do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), o funcionário chegava a lucrar R$ 1 mil. O caso veio à tona na operação “A La Carte”, deflagrada pelo MP-BA na manhã desta sexta-feira (6). Foram cumpridos mandados de prisão temporária expedidos contra Emerson e contra Jeferson Jesus da Costa – um interno do presídio, conhecido como Leôncio e que articulava, segundo a polícia, a entrada dos itens.
O funcionário Emerson Cordeiro Felipe, da empresa de alimentação Nutriz, foi contratado para auxiliar na cozinha do Presídio de Salvador, no bairro da Mata Escura. Há dois anos e meio, no entanto, ele passou a prestar outro tipo de serviço, repassando facas, drogas e celulares para dentro da unidade (veja aqui). O “negócio” era lucrativo. Para cada celular que levava, Emerson ganhava R$ 250. Já as facas custavam R$ 100. Por semana, segundo a investigação do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), o funcionário chegava a lucrar R$ 1 mil. O caso veio à tona na operação “A La Carte”, deflagrada pelo MP-BA na manhã desta sexta-feira (6). Foram cumpridos mandados de prisão temporária expedidos contra Emerson e contra Jeferson Jesus da Costa – um interno do presídio, conhecido como Leôncio e que articulava, segundo a polícia, a entrada dos itens.

