As equipes de campanha dos candidatos à presidência Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) tentam descobrir como minar a força que Marina Silva (PSB/ Rede) ganhou desde a morte trágica Eduardo Campos. O grande momento para avaliar isso foi durante a entrevista da candidata ao Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (27). Mas uma pesquisa qualitativa realizada por uma agência de São Paulo, segundo a coluna Radar Online, mostra que os opositores de Marina não têm muito o que comemorar. Depois de assistir ao JN, os entrevistados consideraram que: a embaraçosa questão sobre a propriedade do avião de campanha de Eduardo Campos não cola em Marina. Isso porque as classes C, D e E não conseguem entender direito do que está se falando; a inexperiência de Marina também não esquenta a cabeça dos seus eleitores. Até porque Lula, neste caso, vira a referência de alguém “sem experiência que foi bem sucedido”; e a baixa votação que Marina obteve no Acre em 2010, tema levantado por Patrícia Poeta, não incomodou tanto. O único ponto negativo que atingiu a ex-senadora em cheio foi a discussão sobre a “nova política” contra a “velha política”. Isso teria causado algum desconforto em seu eleitorado. Os entrevistados enxergaram ali uma certa contradição entre o discurso e a prática de Marina.
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
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Contradição entre ‘nova política’ X ‘velha política’ é a pedra no sapato de Marina, afirma colunista
Contradição entre ‘nova política’ X ‘velha política’ é a pedra no sapato de Marina, afirma colunista
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